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Governo realiza Dia Técnico com informações sobre melhoria de pastagens

01/11/2017 - Eliane Tenório/Governo do Tocantins

A formação de boas pastagens é imprescindível para o êxito na criação de bovinos, seja para produção de carne ou de leite. A correção, a adubação e o manejo adequado das espécies forrageiras, respeitando os períodos de pastejo e o descanso correto, foram os assuntos das palestras ministradas durante o 1º Dia Técnico de Manejo de Pastagens, realizado na manhã desta quarta-feira, 1º de novembro, em Palmas, pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) e parceiros. O objetivo da programação é disseminar informações para produtores rurais e técnicos do Tocantins.

Um dos participantes do evento, o pecuarista Milton Sawamura, considerou os conteúdos importantes e afirmou que vai aplicar em sua atividade. Ele cria gado de corte, no sistema extensivo, em Santa Rosa do Tocantins e Ipueiras, mas com a degradação das pastagens, resolveu investir no sistema intensivo de produção. “Estou na fase de transição, dividi os pastos, faço a suplementação de proteínas no cocho e a correção dos solos com calcário, adubação e aproveitamento das palhadas da soja durante o período da seca. O resultado é produzir mais carne em um espaço menor”, explicou.

Para o palestrante da Embrapa, Marcelo Konsgen Cunha, o pecuarista deve pensar na manutenção e na recuperação das pastagens existentes como patrimônio para assegurar o sucesso na atividade. “Para ter lucros, é preciso utilizar as estratégias corretas, investir na manutenção e na recuperação dos pastos, utilizar as tecnologias disponíveis e necessárias, fertilizar os solos e equilibrar o sistema produtivo intensivo”, orientou.

Na abertura do encontro, o secretário de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária, Clemente Barros, falou sobre o panorama atual da pecuária no Estado. “O Tocantins vive um momento extremamente positivo na pecuária, o rebanho bovino é crescente, o número está chegando a 9 milhões de cabeças e o Estado ainda tem uma área muito grande para crescer na atividade, melhorando e recuperando suas pastagens, sem necessidade de abrir novas áreas”, destacou.

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